segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Oportunidade de Estágio na FAMAZ



A Faculdade Metropolitana da Amazônia – FAMAZ em parceria com a Valeverde abre a oportunidade de 10 vagas de estágio para alunos que concluirão o seu curso a partir de janeiro de 2012. A instituição inscreve no processo seletivo 2011 para as seguintes vagas:

Corporativo: 2 vagas

Marketing: 2 vagas

Sistemas: 2 vagas

Planejamento Produto Nacional: 1 vaga

Planejamento Produto Internacional: 2 vagas

Contabilidade: 1 vaga

Interessados devem encaminhar currículo para: sara@valeverdeturismo.com.br

O prazo máximo para entrega de currículo: dia 20/12/2010 (segunda-feira).

Guia da reforma ortográfica




Trema – desaparece em todas as palavras

Antes
Freqüente, lingüiça, agüentar

Depois
Frequente, linguiça, aguentar
* Fica o acento em nomes como Müller

Acentuação 1 – some o acento dos ditongos abertos éi e ói das palavras paroxítonas (as que têm a penúltima sílaba mais forte)

Antes
Européia, idéia, heróico, apóio, bóia, asteróide, Coréia, estréia, jóia, platéia, paranóia, jibóia, assembléia

Depois
Europeia, ideia, heroico, apoio, boia, asteroide, Coreia, estreia, joia, plateia, paranoia, jiboia, assembleia
* Herói, papéis, troféu mantêm o acento (porque têm a última sílaba mais forte)

Acentuação 2 – some o acento no i e no u fortes depois de ditongos (junção de duas vogais), em palavras paroxítonas

Antes
Baiúca, bocaiúva, feiúra

Depois
Baiuca, bocaiuva, feiura
* Se o i e o u estiverem na última sílaba, o acento continua como em: tuiuiú ou Piauí

Acentuação 3 – some o acento circunflexo das palavras terminadas em êem e ôo (ou ôos)
Antes
Crêem, dêem, lêem, vêem, prevêem, vôo, enjôos

Depois
Creem, deem, leem, veem, preveem, voo, enjoos

Acentuação 4 – some o acento diferencial
Antes
Pára, péla, pêlo, pólo, pêra, côa

Depois
Para, pela, pelo, polo, pera, coa
* Não some o acento diferencial em pôr (verbo) / por (preposição) e pôde (pretérito) / pode (presente). Fôrma, para diferenciar de forma, pode receber acento circunflexo

Acentuação 5 – some o acento agudo no u forte nos grupos gue, gui, que, qui, de verbos como averiguar, apaziguar, arguir, redarguir, enxaguar

Antes
Averigúe, apazigúe, ele argúi, enxagúe você

Depois
Averigue, apazigue, ele argui, enxague você
Observação: as demais regras de acentuação permanecem as mesmas

Hífen – veja como ficam as principais regras do hífen com prefixos:
Prefixos Usa hífen Não usa hífen

Agro, ante, anti, arqui, auto, contra, extra, infra, intra, macro, mega, micro, maxi, mini, semi, sobre, supra, tele, ultra... Quando a palavra seguinte começa com h ou com vogal igual à última do prefixo:auto-hipnose, auto-observação, anti-herói, anti-imperalista, micro-ondas, mini-hotel

Em todos os demais casos: autorretrato, autossustentável, autoanálise, autocontrole, antirracista, antissocial, antivírus, minidicionário, minissaia, minirreforma, ultrassom.

Hiper, inter, super Quando a palavra seguinte começa com h ou com r: super-homem, inter-regional Em todos os demais casos:hiperinflação, supersônico.

Sub Quando a palavra seguinte começa com b, h ou r: sub-base, sub-reino, sub-humano Em todos os demais casos:subsecretário, subeditor.

Vice Sempre:
vice-rei, vice-presidente
Pan, circum Quando a palavra seguinte começa com h, m, n ou vogais: pan-americano, circum-hospitalar
Em todos os demais casos: pansexual, circuncisão
Fonte: professor Sérgio Nogueira


As novas regras ortográficas estão valendo desde o dia 1º de janeiro de 2009. De acordo com o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, até 2012 valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. No Ano Novo começa o chamado “período de transição”. Portugal, que também aprovou o acordo ortográfico, adotará as novas regras até 2014.

O guia acima traz as mudanças que já estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que deverão ser discutidas entre as Academias de Letras dos países que falam a língua portuguesa. Espera-se que a Academia Brasileira de Letras organize um vocabulário até fevereiro de 2009.

Vale lembrar que o que muda é a grafia. Ou seja, nada de pronunciar “lin-gui-ça”. A fala continua a mesma, mesmo sem os dois pontinhos em cima do “u”.



Fonte: G1 - http://migre.me/34zVB

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Existe Língua Brasileira?




Aqui no Brasil nós ainda falamos a língua portuguesa. Temos, na minha opinião, um falar brasileiro, que seria um modo brasileiro de usar a língua portuguesa.
O português culto do Brasil é bem semelhante ao português culto de Portugal. Isso significa, portanto, que as diferenças maiores estão na linguagem do dia a dia.

O que existe são variantes linguísticas:

a) variantes geográficas: nacionais (Brasil, Portugal, Angola…) e regionais (falar gaúcho, mineiro, baiano, pernambucano…);
b) variantes socioeconômicas (vulgar, popular, coloquial, culto…);
c) variantes expressivas (linguagem da prosa, linguagem poética).
O importante mesmo é respeitar as diferenças, sejam fonéticas, semânticas ou sintáticas.

Vejamos rapidamente algumas diferenças entre o português do Brasil e o de Portugal.

Uma diferença fonética bem “visível” é a pronúncia das vogais. Aqui no Brasil, nós pronunciamos bem todas as vogais, sejam tônicas ou átonas. Em Portugal, a tendência é só pronunciar bem as vogais tônicas. As vogais átonas são verdadeiramente átonas (=fracas). Uma consequência disso é a colocação dos pronomes átonos (me, te, se, o, lhe, nos…).

Em Portugal, por ter a pronúncia fraca, não se põe o pronome átono no início da frase: “Dê-me um cigarro”; no Brasil, como as vogais átonas são pronunciadas como se fossem tônicas, não temos nenhuma dificuldade em pôr os pronomes átonos no início da frase: “Me dá um cigarro”. É assim que o brasileiro fala. E quando me refiro ao brasileiro, estou falando do brasileiro em geral, de todos os níveis sociais e culturais. Não estou fazendo referência ao “povo” com aquela conotação pejorativa e discriminatória que alguns ainda atribuem à palavra.

Diferenças semânticas existem muitas. Algumas famosas já viraram até piada. Em Portugal, “uma bicha enorme” não é nada mais do que “uma fila imensa”, sem nenhuma outra conotação que algum brasileiro queira dar.

E diferenças sintáticas também existem. No Brasil, nós preferimos o gerúndio (“Estamos trabalhando”); em Portugal, preferem o infinitivo (“Estamos a trabalhar”). No Brasil, gostamos da forma “você”; em Portugal, usam mais o pronome “vos”: “Se eu lesse para vocês” e “Se eu vos lesse”. Aqui “falar consigo” é “falar com si mesmo”; em Portugal “falar consigo” é “falar com você”. Em Portugal, é frequente o uso de “mais pequeno”; no Brasil, aprendemos que o certo é falar “menor”, que “mais pequeno” é “errado”.

E assim voltamos ao ponto de partida: a eterna briga do certo e do errado. Espero que me perdoem pela repetição, mas não é uma questão simplista de certo ou errado. É uma questão de adequação. Usar “mais pequeno” no Brasil é tão inadequado quanto iniciar uma frase com um pronome átono em Portugal.

Por que eu teria de afirmar que alguém está falando “errado” quando o carioca fala “sinal”, o paulista prefere “farol” e o gaúcho usa “sinaleira”? Afinal das contas, é tudo semáforo.
2. Velharias ou antiguidades?

Assunto sempre interessante e polêmico é a história das cargas que algumas palavras apresentam.
Você se lembra da história da moratória? É moratória ou é calote? Dizem que não são sinônimos. Agora, independentemente de serem sinônimos ou não, uma certeza nós temos: quem chama moratória de calote está contra, ou seja, a palavra calote tem carga negativa.

Outro bom exemplo ocorreu na entrevista de um eminente político americano. Em inglês, o verbo to support (=dar suporte, apoiar) foi traduzido por “suportar”, o que causou certos constrangimentos no Brasil. A reclamação não se deve só à má tradução, mas sim a carga que o verbo suportar tem aqui no Brasil.

Já que falamos no assunto, é bom observarmos algumas diferenças existentes entre o português do Brasil e o de Portugal. Um caso curioso é o uso da palavra VELHARIA, que no Brasil tem carga pejorativa, negativa. Em Portugal, é comum encontrarmos lojas de antiguidades “a vender velharias”, como eles falam.

Curiosamente, certa vez encontrei um cartaz: COMPRO VELHARIAS – VENDO ANTIGUIDADES. Será que por lá eles também já estão fazendo a mesma diferença que nós fazemos por aqui?

Por fim, um episódio que me deixou intrigado. Falando com um motorista nascido na cidade do Porto, comentei sobre a venda de um jogador brasileiro para um clube italiano. Resposta do motorista português: “O Porto está aqui a despachar jogadores brasileiros para o resto da Europa.” O uso do verbo DESPACHAR me causou certa estranheza. Pensei que eles não estavam satisfeitos com o futebol do nosso craque. Eu estava enganado, já que o motorista, torcedor do Porto (adepto, como eles dizem), lamentava a venda do jogador brasileiro para a Itália.

Percebi, então, que não havia em DESPACHAR a carga negativa que eu estava atribuindo ao verbo. Significava apenas “passar adiante”, sem a carga negativa de “livrar-se” com a qual nós aqui no Brasil muitas vezes usamos o verbo DESPACHAR.
Portanto, se você não “suporta” o “caloteiro” que vende “velharias”, é melhor “despachá-lo” para bem longe.


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Famaz lança mais um curso de Graduação


O Ministério da Educação (MEC), autorizou, no dia 06 de dezembro de 2010, a implementação do Curso Superior em Tecnologia, graduação em Gestão Ambiental, com 100 vagas anuais.

Este curso vem a atender necessidades do Estado do Pará, na questão de formar cidadãos com mão de obra qualificada, para colaborar na elaboração, execução e supervisão das ações ambientais articuladas com o desenvolvimento sustentável, socialmente responsável, dentro do amplo espectro de atividades econômicas da nossa economia, visando à preservação do meio ambiente, sem impedir o crescimento econômico do nosso Estado.

Em poucos dias, a Famaz informará de que forma irá ocorrer o processo seletivo referente ao preenchimento das vagas e os aspectos gerais do curso. Mais informações: www.famaz.com.br ou pelos telefones: (91) 3222-7559/ 7560.

PORTARIA Nº 231, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2010

O SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA, usando da competência que lhe foi outorgada pelo Decreto nº 5.773, de 09/05/2006, alterado pelo Decreto nº 6.303, de 12/12/2007, tendo em vista a Portaria Normativa MEC nº 40, de 12/12/2007, considerando a regularidade da instrução e o mérito do pedido, conforme consta do Processo e-MEC nº 200903737, do Ministério da Educação, resolve:

Art. 1º - Autorizar o funcionamento do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental, constante do Eixo Tecnológico de Ambiente e Saúde, conforme Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia, com cem vagas totais anuais, distribuídas nos períodos diurno e período noturno, a ser ofertado pela Faculdade Metropolitana da Amazônia, estabelecida à Av. Visconde de Souza Franco, 72, Reduto, no Município de Belém, Estado do Pará, mantida pelo Instituto Euro-Americano de Educação, Ciência e Tecnologia.Parágrafo Único - A instituição deverá solicitar reconhecimento do curso neste ato autorizado nos termos do art. 35 do mesmo Decreto nº 5.773/2006.

Art. 2º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Famaz investe no compartilhamento de informações em mídias sociais

Com uma política de manter o bom relacionamento com os públicos estratégicos, a Faculdade Metropolitana da Amazônia (Famaz) há 8 meses investe na comunicação por mídias sociais.

Para quem ainda não está familiarizado com o termo mídia social, basta lembrar das redes de relacionamento, como o Orkut e Twitter. No Brasil, o fenômeno Orkut aconteceu em 2004. Uma verdadeira febre que ainda o mantém como o primeiro no ranking no Brasil, apesar do Facebook ser o campeão mundial.

A jornalista especialista em Design Gráfico, Layne Barros, da Public Comunicação Integrada, explica que o termo rede social é utilizada para designar a rede que as pessoas formam entre si. “Antes mesmo da internet, já existia rede social. O termo passou a ser associado à internet depois do Orkut”. Layne explica ainda que isso aconteceu a partir do momento em que emergiu a revolução comportamental da internet: o compartilhamento de informações. “No universo virtual as pessoas querem mesmo aparecer, interagir e compartilhar. Isso é a web 2.0”, ressalta.

Já o termo mídia social refere-se ao meio onde uma determinada rede se vale para se comunicar. Seguindo essa definição, rede social seria um grupo, mídia social a ferramenta que se utiliza para se comunicar. Por essa relação intrínseca, é muito comum vê os dois serem utilizados como sinônimos. “O mais importante é perceber as potencialidades que essas ferramentas de comunicação podem geram não só para a vida das pessoas, mas das organizações também”, comenta a jornalista especialista em Comunicação Empresarial, Ísis Margalho.

Ao perceber essa possibilidade, a Famaz investiu nessa modalidade de comunicação. Com o serviço de assessoria digital, a Public Comunicação Integrada há 8 meses realiza o gerenciamento de mídias sociais para a Faculdade: Twitter, Orkut e Blog. O Twitter quase 200 seguidores e prima pelo relacionamento com a sociedade em geral. Já o Orkut fala mais com o público interno, alunos, professores, informa e tira dúvidas de pessoas sobre os serviços da Instituição. São 366 amigos, em 13 comunidades ligadas direta ou indiretamente à Famaz.

“Percebemos um fluxo maior de informações e interatividade, sobretudo com os alunos que se acostumaram a se ver nas mídias da Faculdade”, afirma o diretor Geral da Famaz, Shen Paul Ming Jen.

O estudante de Ciências Contábeis, Márcio Rodrigues, considera uma iniciativa muito importante. “Apesar de ser uma tendência, essas linguagens são novas para nós. Por isso, é imprescindível que a gente fique em contato com essas novas formas de comunicação”, diz.

Conheça:

Orkut – faculdadefamaz@gmail.com

Twitter - @famazpravoce

Blog – faculdadefamaz.blogspot.com

FAMAZ lança curso Pós-graduação

A Faculdade Metropolitana da Amazônia (Famaz) lançou no dia 23 de novembro, os primeiros cursos de pós-graduação. Os cursos estão voltados para a área de Enfermagem: Especialização em Urgência e Emergência, Enfermagem Obstétrica e Neonatal e Estratégia Saúde da Família. O evento contou com a presença de representantes do Conselho Regional de Enfermagem (COREM), Defesa Civil Estadual, Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), EUROAM, professores e alunos da Faculdade.

Logo na abertura, o professor Raymundo Albuquerque, mostrou muito entusiasmo ao dizer que a instituição entra no campo da pós-graduação. “A Famaz vive um momento impar em sua história. Hoje oferecemos cursos de pós-graduação para a área da enfermagem, mas certamente iremos migrar para outras áreas da educação”, afirma o prof. Albuquerque.

O meio acadêmico integrado ao profissional é primordial para formação de mão de obra qualificada. Para o coordenador Geral de Pós-Graduação do Grupo EUROAM, Saulo Martins, a pós-graduação da Famaz tem como objetivo preparar pessoas e inseri-las ao mercado de trabalho com profissionalismo e competência. “Hoje a Amazônia recebe vários projetos na área da saúde, mas há poucos profissionais qualificadas para trabalhar neles. Comprar uma ambulância ou uma ambulancha é fácil, mas formar pessoas capazes de trabalhar nestes veículos é bem mais complexo. Por isso, lançamos a pós-graduação na área de saúde para atender esta demanda que cresce a cada dia”, explica o coordenador.

Durante a solenidade o Coordenador Estadual de Urgência e Emergência da Secretária de Saúde Pública (Sespa), ministrou palestra sobre a realidade das urgências e emergências do Estado do Pará principalmente a região da Ilha do Marajó, sobre a falta de profissionais qualificados para atender a enorme demanda do Estado. “O curso de pós-graduação em Enfermagem vai suprir uma demanda que nossa região possui. Hoje para trabalhar em uma ambulância precisamos de dois técnicos em enfermagem e de um enfermeiro com especialização em urgência e emergência, portanto a Famaz está atenta ao mercado e procura oferecer cursos atuais voltados para a realidade amazônica”.

Para o representante do Conselho Regional de Enfermagem (COREM), Walquírio Guedes, considera a especialização um importante investimento e avanço no ensino da Enfermagem. “O maior beneficiado é o Estado, que precisa de profissionais qualificados”, comenta.

O diretor Geral da Famaz, prof. Shen Paul Ming Jen, afirma que a Instituição vive um momento solene. “Lembro quando os alunos perguntavam quando a Faculdade iria ofertar pós-graduação. Hoje, digo com muita alegria que chegou o momento. Tudo isso se devemos a três figuras importantes: a turma pioneira, os mantenedores e ao professor Raymundo Albuquerque. Certamente até 2015 teremos mais novidades”, concluiu.

Abaixo, os cursos de especialização lato senso previsto para 2011 a 2015.

2011 – Enfermagem em Urgência e Emergência, Enfermagem Obstétrica e Neo-Natal, Gestão Estratégica de Pessoas, Administração Pública, Gestão de T.I.Segurança Pública e Contemporaneidade;

2012 – Ciências da Saúde e do Esporte, Auditoria e Controladoria, Gestão Empresarial, Gestão Educacional , Direito do Trabalho;

2013 – MBA em engenharia de Software, Gestão de Projetos de Software, Teste de Software;

2014 – Fisioterapia Hospitalar, Dermoestética e Cosmética Aplicada, Psicopedagogia, Docência em Ensino Superior, Administração, Gestão Pública Municipal;

2015 – Engenharia Ambiental, Engenharia da Segurança no Trabalho, Enfermagem do Trabalho Enfermagem em UTI.

Serviço: Mais informações: www.famaz.com.br ou pelo fone: (91) 3222–7559.

Vestibular inova na recepção de candidatos

A Faculdade Metropolitana da Amazônia (FAMAZ) realizou no último domingo (28) o vestibular tradicional 2011/1. São 550 vagas ofertadas nos cinco cursos da Instituição: Administração, Ciências Contábeis, Enfermagem, Gestão Hospitalar e a grande novidade deste ano Biomedicina. Foram nove disciplinas exigidas mais a redação (Língua Portuguesa, Literatura, Física, Química, Biologia, Matemática, Geografia, História e língua estrangeira (inglês e espanhol). A FAMAZ a cada ano aumenta o número de inscritos no vestibular. O número de inscrições cresceu em 450% este ano.

Desde cedo os candidatos estavam esperando a abertura dos portões para fazer a prova. A candidata ao curso de Biomedicina, Alene de Oliveira Quadros, 17, estava com os pais na entrada da FAMAZ, ansiosa, mas disse estar preparada para a prova “Estou muito ansiosa para fazer a prova, cheguei cedo aqui na FAMAZ. Espero encontrar uma boa prova fazer uma boa redação. Estudei para esta prova”, afirma Alene.

Já o pai de Alene, Antônio Quadros, parecia estar mais nervoso que a filha. “É importante participar deste momento importante da minha filha, mas estou mais nervoso e preocupado do que ela”.

Enquanto alguns estão nervosos com a prova, outros já se mostram mais tranqüilos. É o caso de Márcia Arraes que está concorrendo a uma vaga para o curso de Enfermagem. “Estou muito tranqüila. Estudei e estou em busca de meu sonho que é ser enfermeira”, conta a estudante.

As portas da FAMAZ foram abertas aos candidatos às 8h e as provas foram entregue aos vestibulandos às 9h, dando 15 minutos de tolerância.

Visita aos laboratórios

Assim que os candidatos as 550 vagas iniciaram a realização da prova, os familiares foram convidados a conhecer as salas e laboratórios da FAMAZ. A excursão foi organizada pelo Ouvidor da FAMAZ, o professor Raymundo Albuquerque.

Pais e responsáveis ficaram maravilhados com as instalações e com a receptividade da Instituição. Para a Gerente em Recursos Humanos, Socorro Araújo, é necessário que uma instituição se preocupe em com a humanização do acadêmico e qualidade no ensino. “É muito importante nós como pais conhecer a instituição onde o filho vai estudar. Não quero apenas que meu filho tenha um diploma, quero que ele se torne um profissional qualificado para o mercado de trabalho. Prezo qualidade no ensino e que meu filho se torne um profissional humanizado. Hoje, percebi que esta Faculdade é um local onde posso deixar meu filho estudar e FAMAZ está de parabéns”, afirma Socorro Araújo.

Tiago Silva também aguardava a esposa durante a realização do vestibular da FAMAZ e participou da visita à Instituição. “Fiquei sem palavras para expressar o tratamento que esta Instituição oferece aos alunos. Minha esposa está prestando vestibular para o curso de Biomedicina e posso confiar que neste lugar ela se tornará uma grande profissional”, finaliza.

Após a visita às instalações da Faculdade, foi servido um belo café da manhã aos visitantes. A prova foi concluída às 12h. O resultado sairá no dia 02 de dezembro. Já o vestibular agendado, o candidato pode escolher uma das datas no período de 4 de novembro até 29 de janeiro de 2011 .Mais informações www.famaz.edu.br, ou através dos telefones, 3222-7559, 3222-7560.

Para os candidatos que não realizaram a Prova Tradicional, ainda poderão participar do Vestibular Agendado, que acontece ás terças, quintas-feiras, e sábados.